Lá em Cannes
A expectativa pelo Código da Vinci começa a ser arrefecida com as críticas feitas hoje pela imprensa. Ontem, na abertura do Festival de Cannes, o filme foi malhado e taxado de “enfadonho” . O New York Times entitula uma matéria com uma frase que parece resumir o sentimento da crítica: O Código Da Vinci demora mais para ser assistido do que para ser lido.
Sabemos que é difícil transpor uma obra literária para o cinema. não é raro que as tentativas feitas em todos estes anos de cinema, com as mais diversas obras literárias, sejam alvejadas de críticas, especialmente por parte dos leitores dos livros que vão ao cinema esperançosos em encontrar um filme “construído” da mesma forma como a sua imaginação fez ao ler a obra literária. É óbvio que isso é impossível, e é por isso que a leitura é insubstituível. Pode ser muito simples, mas é certo: livro é livro, filme é filme. Temos que separar as artes e não esperar de uma o que é característica da outra.
Sabemos que é difícil transpor uma obra literária para o cinema. não é raro que as tentativas feitas em todos estes anos de cinema, com as mais diversas obras literárias, sejam alvejadas de críticas, especialmente por parte dos leitores dos livros que vão ao cinema esperançosos em encontrar um filme “construído” da mesma forma como a sua imaginação fez ao ler a obra literária. É óbvio que isso é impossível, e é por isso que a leitura é insubstituível. Pode ser muito simples, mas é certo: livro é livro, filme é filme. Temos que separar as artes e não esperar de uma o que é característica da outra.
Uol Cinema
Título:“O Código Da Vinci” é só uma gincana religiosa
The New York times
Título: A “Da Vinci Code” that takes longer to watch than read
Folha de São Paulo
Título: “O Código Da Vinci” agrada mais a não-inicidos
Folha de São Paulo: Frence Presse
Título: Cannes recebe “O Código Da Vinci” friamente